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Lauren Daigle - You Say




Live @ 49th Annual GMA Dove Awards




Lyrics:





I keep fighting voices in my mind that say I’m not enough
Every single lie that tells me I will never measure up

Am I more than just the sum of every high and every low?

Remind me once again just who I am, because I need to know (ooh oh)
You say I am loved when I can’t feel a thing

You say I am strong when I think I am weak

You say I am held when I am falling short

When I don’t belong, oh You say that I am Yours

And I believe (I), oh I believe (I)

What You say of me (I)

I believe
The only thing that matters now is everything You think of me

In You I find my worth, in You I find my identity, (ooh oh)
You say I am loved when I can’t feel a thing

You say I am strong when I think I am weak

And You say I am held when I am falling short

When I don’t belong, oh You say that I am Yours

And I believe (I), oh I believe (I)

What You say of me (I)

Oh, I believe
Taking all I have and now I'm laying it at Your feet

You have every failure God, and You'll have every victory, (ooh oh)
You say I am loved when I can’t feel a thing

You say I am strong when I think I am weak

You say I am held when I am falling short

When I don’t belong, oh You say that I am Yours

And I believe (I), oh I believe (I)

What You say of me (I)

I believe
Oh I believe (I), yes I believe (I)

What You say of me (I)

Oh I believe (oh)


Compositores: Paul Mabury / Lauren Ashley Daigle / Jason Ingram
Letras de You Say © Sony/ATV Music Publishing LLC







You gotta get up and try try try... Você tem que se levantar e tentar tentar tentar



P!nk performing Try 
(The Truth About Love - 
Live From Los Angeles). 

(C) 2012 RCA Records, a division of Sony Music Entertainment



Music video by P!nk performing Try. 

Where there is desire 
There is gonna be a flame 
Where there is a flame 
Someone's bound to get burned 
But just because it burns 
Doesn't mean you're gonna die 
You've gotta get up and try try try 
Gotta get up and try try try 
You gotta get up and try try try....

Onde há vontade 
Vai ser uma chama 
Onde há uma chama 
Alguém é obrigado a se queimar 
Mas só porque ele queima 
Não significa que você vai morrer 
Você tem que se levantar e tentar tentar tentar 
Tenho que me levantar e tentar tentar tentar 
Você tem que se levantar e tentar tentar tentar .... 



(C) 2012 RCA Records, a division of Sony Music Entertainment

Felicidade é aceitar a luta... Le Bonheur c'est d'accepter la lutte



Bonheur Happiness - Felicidade




"J'ai compris que le Bonheur, ce n'est pas de vivre une petite vie sans embrouilles, sans faire d'erreurs ni bouger.


Le Bonheur c'est d'accepter la lutte, l'effort, le doute,d'avancer. D'avancer en franchissant chaque obstacle."


Katherine Pancol


I realized that Happiness is not to live life without a little shenanigans without making mistakes or move.
Happiness is accepting the struggle, effort, perhaps, to advance. To advance crossing each obstacle.


Eu percebi que a felicidade não é viver a vida sem um pouco travessuras sem cometer erros ou sem resmungar ou agir.
Felicidade é aceitar a luta, o esforço, a dúvida para avançar. Para avançar atravessando cada obstáculo.

Mexa-se... pela sua felicidade!


Há Palavras Que Nos Beijam




Cristina Branco  canta versos de Alexandre O'Neill

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.


Há palavras que nos beijam

Alexandre O'Neill

Sob o véu da madrugada


Sob o véu da madrugada

Acordo em sobressalto
numa cama nua
sob o olhar da Lua
ergo-me descalço
e sem enxergar nada
vagueio no escuro
num quarto perdido
sob o véu da madrugada
não é de gente que passa
a brisa que se sente
só deixaste o teu perfume
e a dor que me abraça
Foi o tempo que parou?
Foste tu que partiste?
Guia-me um astro errante
Ou sou eu que não estou?


A. do Carmo Pereira (*)

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Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro

Adeus


Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, 
e o que nos ficou não chega 
para afastar o frio de quatro paredes. 
Gastámos tudo menos o silêncio. 
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, 
gastámos as mãos à força de as apertarmos, 
gastámos o relógio e as pedras das esquinas 
em esperas inúteis. 

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. 
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; 
era como se todas as coisas fossem minhas: 
quanto mais te dava mais tinha para te dar. 

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. 
E eu acreditava. 
Acreditava, 
porque ao teu lado 
todas as coisas eram possíveis. 

Mas isso era no tempo dos segredos, 
era no tempo em que o teu corpo era um aquário, 
era no tempo em que os meus olhos 
eram realmente peixes verdes. 
Hoje são apenas os meus olhos. 
É pouco, mas é verdade, 
uns olhos como todos os outros. 

Já gastámos as palavras. 
Quando agora digo: meu amor
já se não passa absolutamente nada. 
E no entanto, antes das palavras gastas, 
tenho a certeza 
que todas as coisas estremeciam 
só de murmurar o teu nome 
no silêncio do meu coração. 

Não temos já nada para dar. 
Dentro de ti 
não há nada que me peça água. 
O passado é inútil como um trapo. 
E já te disse: as palavras estão gastas. 

Adeus. 

Eugénio de Andrade




O Beijo Mata o Desejo



O Beijo mata o Desejo


MOTE 

«Não te beijo e tenho ensejo 
Para um beijo te roubar; 
O beijo mata o desejo 
E eu quero-te desejar.» 

GLOSAS 
Porque te amo de verdade, 
'stou louco por dar-te um beijo, 
Mas contra a tua vontade 
Não te beijo e tenho ensejo. 

Sabendo que deves ter 
Milhões deles p'ra me dar, 
Teria que enlouquecer 
Para um beijo te roubar. 

E como em teus lábios puros, 
Guardas tudo quanto almejo, 
Doutros desejos futuros 
O beijo mata o desejo. 

Roubando um, mil te daria; 
O que não posso é jurar 
Que não te aborreceria, 
E eu quero-te desejar!    

António Aleixo




O Beijo



Congresso de gaivotas neste céu
Como uma tampa azul cobrindo o Tejo.
Querela de aves, pios, escarcéu.
Ainda palpitante voa um beijo.

Donde teria vindo! (Não é meu...)
De algum quarto perdido no desejo?
De algum jovem amor que recebeu
Mandado de captura ou de despejo?

É uma ave estranha: colorida,
Vai batendo como a própria vida,
Um coração vermelho pelo ar.

E é a força sem fim de duas bocas,
De duas bocas que se juntam, loucas!
De inveja as gaivotas a gritar...


Alexandre O'Neill




É do futuro que nos devemos ocupar



O passado não tem a mínima importância. 
O presente não tem a mínima importância. 

É do futuro que nos devemos ocupar. 

Isto porque o passado é aquilo que os homens não deveriam ter sido. 

O presente é aquilo que os homens não deveriam ser. 

O futuro é aquilo que são os artistas.


Há duas tragédias na vida: uma a de não satisfazermos os nossos desejos, a outra a de os satisfazermos



Oscar Wilde




O maior pecado é...



O maior pecado para com os nossos semelhantes, não é odiá-los mas sim tratá-los com indiferença; é a essência da desumanidade.


Não faças aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti, os seus gostos podem ser diferentes dos teus.


Há duas tragédias na vida:
Uma é a de não obter tudo o que se deseja; a outra, a de obtê-lo.









Bernard Shaw


Os capazes criam, os incapazes ensinam


Os capazes criam, os incapazes ensinam.

Quem pode, age. Quem não pode, ensina

Há pessoas que vêem as coisas como elas são e que perguntam a si mesmas: ''Porquê?'' e há pessoas que sonham as coisas como elas jamais foram e que perguntam a si mesmas: ''Por que não?''


A razão escraviza todas as mentes que não são suficientemente fortes para a dominarem.

Tempo livre não significa repouso. O repouso, como o sono, é obrigatório.
O verdadeiro tempo livre é apenas a liberdade de fazermos o que queremos, mas não de permanecermos no ócio.


Bernard Shaw
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